terça-feira, 8 de maio de 2012

minha irmã meu marido e eu




como ja relatei desde muito pequena venho praticando primeiro com meu pai que me dava banhos e fazia carinhos em segredo depois com meu irmão que foi quem tirou minha virgindade me casei muito nova porque engravidei com quatorze anos tenho uma irmã que foi adotada desde bebe minha mãe e divorciada de meu pai e mora comigo de favor no andar de baixo minha irmã tem quinze anos e morena bem feita de corpo cinturinha fina bundão seios medios como todos que são casados sabem o sexo esfria muito depois de alguns anos e eu já não tenho aquele tesão no meu marido as vezes quando iamos transar eu imaginava ser a minha irma e pensava que ele estava chupando ela enquanto ela dormia isso me dava muito tesão minha mãe toma remedios muito forte e apaga a casa pode pegar fogo que ela morre queimada eu trabalho as vezes a noite e certo dia fui trabalhar só que minha patroa precisou ir viajar então ajudei ela a fazer as malas e voltei pra casa assim que entrei ouvi gemidos da minha irmã e ja imaginei o que estava acontecendo fui ate ao quarto e vi ela nua na minha cama e meu marido chupando sua buceta com vontade como a muito tempo não fazia comigo fiquei ali parada vendo esta cena até que ela pediu para chupa-lo ela babava no pau dele engolia ate as bolas e nem engasgava ele a chamava de sua putinha gostosa dizia que a buceta dela era muito boa eu então peguei meu celular e gravei tudo fiquei ali assistindo meu marido trepar com minha irma.
Esperei elesacabarem de transar vestirem suas roupase só ai fiz barulho na porta ela correu para a cozinha como se nada tivesse acontecido tambem me fiz de inocente quando fui deitar procurei ele para transarmos mas ele disse que estava muito cansado que havia feito hora extra no serviço e estava cansado eu estava com raiva mas tambem com muito tesão afinal eu mesma havia imaginado a cena dos dois juntos varias vezes,deitei e tentei dormir.
Dormi mau pela manha levantei tomei um banho e chamei minha irmã ela veia com aquele ar de santa e virgem,tranquei a porta e mostrei ela o video caseiro que tinha feito dos dois disse que iria expulsar ela de casa ela começou a chorar querendo explicar o inexplicavel então tirei minha roupa deitei na cama e disse que ela gostava tanto de chupar que então teria que me chupar tambem e que este seria o unico jeito dela continuar em minha casa ela ainda tentou argumentar mais estava decidida que aquela putinha iria me chupar tambem ela se ajoelhou e começou chupar timidamente disse que queria sentir a lingua dela dentro da minha xota então ela começou a chupar depresa com a esperança que aquilo acabasse mas sempre que ia gozar pensava em algo bem broxante mandava ela passar a lingua pelo meu cu e era maravilhoso uma mulher sabe chupar outra como nenhum homem algum dia ira conseguir quando não estava aguentando mais mandei ela se deitar na cama subi em seu rosto e a sufoquei com minha buceta e minha porra gozei loucuras foi a melhor chupada de minha vida ,assim que meu marido chegou mandei ela tirar a roupa e esperar no quarto quando ele entrou levou um susto de ve-la nua contei a ele que sabia dos dois e queria ve -los transando de novo só que agora comigo junto fiz ela me chupar novamente até gozar meu marido vendo esta cena logo se animou depois transava com ele tirava seu pau e fazia ela lamber e limpar toda minha porra resolvi fazer um sexo anal então a putinha deitou em baixo de mim formando uma posiçao sessenta e nove e enquanto era enrabada no cu levava uma chupada gostosa da minha irmazinha e pela primeira vez pude saborear uma bucetinha,hoje transamos sempre que quero uma chupada especial

sábado, 21 de janeiro de 2012

amor de irmãs


Amor de Irmãs


Já era tarde da noite, e eu estava trabalhando em um trabalho da faculdade no meu computador. Não aguentava mais escrever sobre o mesmo assunto, muito embora gostasse do que estava fazendo. Me espreguicei na cadeira. Estava com uma tremenda dor nas costas, depois de três horas sentada naquela escrivaninha olhando para uma tela. Pelo menos eu já estava acabando. Nesse exato momento, minha irmã Amanda entrou no quarto. “Oi. Já acabou esse negócio?” “Quase. Estou toda quebrada!” “Bom, se você não me encher o saco, te faço uma massagem.” Ao contrário do que se possa pensar, não havia nada de malicioso no convite. Amanda sempre foi boa em massagens nas costas. Todo mundo pedia uma. Por isso deixei que ela me massageasse. Depois de tanto tempo, eu estava mesmo um caco. Tanto que nem mesmo exitei em soltar o sutiã para que as alças saíssem dos meus ombros e a massagem fosse mais efetiva. “Hum, eu precisava mesmo disso”, eu disse, quando notei que, com a massagem e muita conversa jogada fora, haviam se passado 40 minutos. “Acho que vou deitar. Tá muito tarde.” Como sempre faço, abracei Amanda e lhe dei um beijo na bochecha, dizendo-lhe boa noite. Entretanto, desta vez ela ficou ali parada, começando a ficar vermelha. Me afastei um pouco e olhei nos olhos da minha irmã, num daqueles momentos intermináveis. Amanda deu um passo à frente e me deu um selinho na boca. Primeiro tomei um susto, fiquei chocada – depois notei que havia gostado. Tive o impulso de devolver o beijo e, quando nossos lábios se encontraram, escorreguei minha língua para dentro da boca da minha irmã. Ficamos ali por dez minutos, entrelaçando nossas línguas, abraçadas, experimentando aquele novo prazer. Até que interrompi os acontecimentos, respirando fundo. Eu nunca havia estado tão excitada. Meus mamilos estavam duríssimos por baixo da camiseta. Não pude evitar olhar para os seios da Amanda, que também pareciam querer rasgar seu top de algodão. “Acho que é hora de dormir, né?”, me afastei, sem saber o que fazer. Me tranquei no banheiro da nossa suíte. Lá dentro, nem sabia o que pensar. Escovei os dentes e tirei a roupa para colocar a camisola. Minha calcinha estava molhada, e a joguei no cesto de roupas sujas. Me olhei no espelho. Vi ali uma mulher de 20 anos, corpo bem feito, mamilos eretos, rosto vermelho de se lembrar do que havia feito há pouco. Porém, estava também extasiada com aquele beijo. Amanda era ainda mais bonita que eu. Aos 17 anos, tinha um colégio inteiro atrás dela. Pensando nela, senti minha vagina tremer. Coloquei um dedo nela, e vi o quanto molhada estava. Com medo daquele sentimento, enfiei logo a camisola e voltei para o quarto. O lugar agora estava escuro, iluminado somente pela luz do rádio relógio. Amanda já estava na parte de cima do beliche. Tomada pelo momento, disse “sorte sua que você está aí em cima”, enquanto me enfiava embaixo dos lençóis na parte de baixo. Então tomei um susto. Amanda não estava em cima, como costumava dormir, mas sim me esperando na minha cama. “Mas...” Como resposta, ela me deu um beijo no rosto, que logo deslizou para minha boca. Começamos nossa guerra de línguas novamente. Não quis mais nem saber e puxei minha irmã pra bem perto de mim. Comecei a acariciar os seios dela. Ela gemeu baixinho e colocou as mãos por baixo da minha camisola, passando a procurar os meus. Senti um furacão passar por mim quando ela tocou meu mamilo. Acendi o abajur, para que eu pudesse vê-la tirar a roupa. Também tirei a minha. Já tinha visto Amanda nua, mas fiquei maravilhada. Puxei minha irmã em direção aos meus seios, para que ela os chupasse. Ela mamou com força, até que eu a puxasse de volta para minha boca, onde nos encontramos num violento beijo, que acabou comigo deitando em cima dela. “Hoje eu vou dormir em cima”, brinquei, passeando minha língua pelo corpo dela. Ao chegar à sua vagina, acariciei seus pelinhos com o rosto e comecei a lamber seu clitóris. Nunca tinha sentido aquele gosto antes. O proibido somado aos gemidos indefesos, de menininha, da Amanda, estavam me enlouquecendo. Minha irmã é aquela menina toda decidida e teimosa mas, que no final das contas, só quer colo. Sempre a amei muito, mas nunca pensei naquele tipo de contato. Subi por seu corpo e a beijei, dividindo com ela seu próprio gostinho. Ela deu uma risadinha, dizendo “nossa! O que foi que a gente fez?” O tom da sua voz, porém, não mostrava arrependimento algum. Com a mão direita, começou a acariciar minha vagina, dizendo baixinho: “também quero...” Ela colocou dois dedos dentro de mim, e comecei a me mexer em vai e vem, para que aquela mãozinha me penetrasse fundo. Olhávamos uma nos olhos da outra e sorríamos, maliciosas. Também comecei a gemer. Aquilo estava bom demais. Amanda tirou os dedinhos de dentro de mim e os lambeu, como se chupasse um picolé. E, pelo visto, um muito gostoso. “Não acredito que estamos transando! Porque nunca transamos antes?”, perguntei. “Vai ver estávamos muito ocupadas com homens!”, riu Amanda, olhando fixamente para meus pelos pubianos. Quem tomou a atitude, no entanto, fui eu. Me agachei na cama, colocando minha vagina sobre o rosto de Amanda que, baixinho, continuava rindo muito, mas nem por isso deixou de, com as mãos, separar meus lábios vaginais e enfiar a linguinha fundo. Ela me lambia freneticamente, e me segurei nos pilares do beliche para me equilibrar direito. Com suas mãos livres, minha irmã começou a se masturbar enquanto me satisfazia, sentindo o orgasmo chegar à medida que ficava mais molhada. Nós duas mexíamos nossos quadris de prazer, ritmo gostoso que só parou quando nós duas gozamos. Relaxamos, abraçadas, enquanto nossa respiração e pulsação voltavam ao normal. Olhei para Amanda. “Eu te amo muito.” “Eu também te amo.” Um singelo beijinho na boca e dormimos como bebês.